Aerosmith no Brasil e o verdadeiro rock n roll
1 jun
É impossível falar sobre Rock n roll clássico e de boa qualidade sem citar o Aerosmith, uma banda com quase quatro décadas de puro e verdadeiro rock. No ultimo dia 29 de maio rolou a apresentação da banda em São Paulo e o Old School estava lá para contar como foi esse evento épico.
A impressão que nos dá quando se está em um show desse tipo é que voltamos aos bons anos que o rock realmente existia, é como se abrisse um portal e nos transportasse direto para aquela época onde boa música ainda era feita.
Também é notável o fato de que ainda existem muitas pessoas, como nós, que não se renderam a esse turbilhão de música duvidosa feita nos dias atuais. Pessoas suficientes para lotar um estádio inteiro e curtir um verdadeiro show de rock n roll, tudo isso me faz pensar que nem tudo está perdido.
O Aerosmith do alto de seus quase 40 anos de carreira parece ter parado no tempo em questão de boa forma e qualidade de suas músicas, Steven Tyler, Joe Perry e Cia. sabem como poucos conduzir uma multidão entusiasmada durante todas às duas horas de espetáculo.

Só de estar perto desses caras dá pra sentir a atmosfera de rock n roll, poucos são capazes disso, somente quem realmente passou por todas as etapas clássicas de uma banda de rock dos anos 70, 80.
O concerto foi algo que fica na retina por muito tempo, além do entusiasmo que reluta em desaparecer. Tanto as canções de mais puro Hard Rock que estremecem o estádio, quanto às baladas que falam de uma forma sincera sem muita frescura sobre amor e relacionamento, levam a gente a se perguntar: “Porra, quando foi que as bandas de rock atuais perderam essa capacidade?”
O que realmente importa é que enquanto tivermos bandas como o Aerosmith, tocando boa música, entusiasmando milhões, o espírito do Rock N Roll sempre continuará vivo.
Um vídeo do clássico “Kings and Queens” gravado no show de São Paulo
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Ótimo post! Foi mesmo um show inexplicável, inesquecível, inenarrável.
É tão bom saber que a música pode te levar tão longe. Pena que a maioria dos músicos atuais tenha perdido essa capacidade.