Gabriela, Parte I

3 mai

Gabriela, Parte I

Naquela altura da minha vida as festas de garagem já não existiam. Deram lugar às festas na sala de estar, que aconteciam quando os pais de alguém viajavam. Nesse tipo de encontro alguém sempre acabava viajando, mas isso não é relevante, pelo menos não agora.

Os primeiros convidados já estavam chegando na casa de um grande amigo. Dentre os quais duas gatinhas que eu jamais desprezaria, por convicção, mas que não me atraíram tanto quanto Gabriela, que ainda não tinha chego.

Sei lá, acho que era perto das oito – a partir daqui não posso mais ser exato, o álcool começa a ter efeito sobre a lembrança – quando chegou um cara, conhecido de vista, acompanhado de duas gatas… Lindas.

Uma ruiva e uma morena espetacular, daquelas de parar o transito (não que isso seja difícil nas grandes cidades). A cada passo da moça, de cabelos escuros e lisos, seus peitos balançavam sobre o salto, dentro de uma blusa que os deixavam soltos, sem nem sinal de um sutiã. Não eram muito grandes, mas eram deliciosos delineados sob do pano amarelo.

Sinceramente não consegui reparar em mais nada.

Fiquei vigiando durante os primeiros minutos, não parecia ser namorada, ou qualquer outra variação disso, do cara que ela estava acompanhando. Até porque o magrão parecia meio fruta, daqueles que são os melhores amigos das mulheres – futuro maquiador, talvez.

O relógio corria como o display de um teste de bafômetro. Já tinha conversado com a gostosa, mas daquele jeito social de festa, não tinha aprofundado mais que isso.

Em um certo momento sobramos no sofá, eu e ela, nos olhando. Meu cérebro, naquela altura lento, tentou achar algum assunto que atraísse a atenção daqueles peitos. Até que fui interrompido:

– Olha só – disse ela chagando mais perto – o Leonardo, meu amigo, te achou bem interessante, sabe?

– Filho da puta – eu disse baixinho, mas alto o suficiente pra ela ouvir. Foi a única palavra que veio na minha cabeça.

Disse que alguém sempre viajava nesse tipo de festa. Pois é, o magrão viajou.

(Continua… Mais quente)

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9 Responses to “Gabriela, Parte I”

  1. Döner 03. mai, 2010 at 19:13 #

    Cara… ri sozinho com o final inesperado, mas com certeza a parte 2 promete.

  2. Marc Freitas 04. mai, 2010 at 19:01 #

    A 2º Parte tá prometendo, mas é muita sacanagem esse “final”, ri muito.

  3. gabi 05. mai, 2010 at 15:31 #

    kkkkkkkkk…
    poo, sou peituda tbem, sera que é mal de gabi?
    kkkkkkkkkkk

  4. wagner 06. mai, 2010 at 00:54 #

    Hmmm… Não sei. Porque não nos manda uma foto para termos certeza de que isso é um “mal” de Gabi?

  5. Murilo 06. mai, 2010 at 11:20 #

    KKKKKK eu conheço 2 gabi e ambos são peitudas…hehehehe que “mal” hein !!!
    Puts que massa, dei boas risadas, estou ansioso para a parte 2, kkkk !!
    É gabi se puder mandar suas fotos pra mim tbm conferir oq há de “mal” em vc, vou adorar !! ;)

  6. Daniel 06. jul, 2010 at 12:42 #

    Ri muito com esse final aí, mas acho que tá na hora de sair a parte II não tá não?

    Pô Gabi, divulgue as fotos pra galera aí!!!!

  7. Rodrigo 28. out, 2010 at 16:10 #

    Faz tempo que entro no site em busca do desfecho desse conto e nada…
    Pior que já imaginei vários finais possíveis. Do Wagner pegando as duas gostosas, as gostosas se pegando(que seria muito bom de se ver), até terminando com o magrão.
    kkkk Brincadeira.
    Mas estou no aguardo do fim dessa estória.
    Abraço.

  8. Batata 24. ago, 2011 at 14:36 #

    Ah Gabriela…esse nome ja diz tudo né!Caprixa nesse final vagão….kkkkk

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  1. oldschoolblog - 03. mai, 2010

    Grabriela, Parte I => http://bit.ly/aXx764

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