A morena que não saciei
26 jan
Duvido homem que nunca viu uma morena deliciosa e teve, na hora, uma vontade instintiva e irracional de agarrar. As mulheres de pele negra passam a impressão de saúde e vontade insaciável.
Mas vos digo, não é só a impressão. Vou contar uma história que aconteceu quando estava na faculdade. E no fim algumas fotos para ilustrar.
A aula corria chata como de cotidiano. Não faço idéia qual era o assunto, poucos ali sabiam. Mas naquele dia nosso grupo de amigos planejava ir, depois da aula, em um cabaré no centro da cidade.
Já estava tudo planejado: vamos com o carro de tal, pegamos outro em casa e depois rumo à luz vermelha. Enfim, plano perfeito, porque sempre tem as cabeças que estão amarradas. Não vem ao caso se eu era uma delas.
Chagando na casa dos prazeres, conseguimos um bom desconto na entrada. Afinal quinta-feira não é um dia de muito movimento. Quero dizer que não é muito requintado o putêdo no qual se consegue desconto na entrada. Mas ninguém ali era rico, estão o que contava era o custo-benefício.
Depois de muita cerveja e doses de Martini para as moças a galera começava a ficar alta. Eu ainda estava sereno aproveitando a loira sentada no colo. Na verdade queria achar a forma de terminar na cama com ela, mas o preço não fechava legal entre ambas as partes.
Aí que vi uma morena passando na pista. Fui olhando a partir dos pés: salto alto, pernas grossas, um saia que demorei pra achar, aparecendo a polpa da bunda gostosa, barriguinha de fora, um top que segurava exclusivamente os peitos médios que balançavam a cada passo, cabelos longos cacheados, pele negra… Enfim, como dizem os mais sábios pedreiros: um pitel.
Senti a vontade instintiva e irracional de agarrar aquela morena gostosa. Parei de dar atenção para a loira. Queria, contra meus princípios, me livrar dela. Mas isso não é fácil, o homem não é projetado para se livrar de loiras sentadas no seu colo. Fiquei um tempo sozinho, sentado em um sofá, esperando aquela gostosa cruzar a pista de novo. Não demorou muito, ela cruzou.
Uma coisa que você deve saber sobre cabarés: o preço que as moças cobram tem a comissão do estabelecimento, é básico. Então a forma mais barata é marcar com a moça fora, em outro lugar – um motel, de preferência – onde não terá a comissão. E porque todo mundo não faz isso? Porque o dono da casa da luz vermelha não costuma ficar muito feliz quando descobre a malandragem, e isso não é bom.
Mas eu não tinha dinheiro suficiente e a única forma de suprir meus instintos seria negociar, marcando em outro lugar. Um antigo conhecimento do ser humano diz que é mais fácil ter aliados do que lutar sozinho. Foi quando eu virei pro meu amigo do lado e disse:
– Cara, ta vendo aquela morena deliciosa ali?
– Ahm… Sim, claro – ele respondeu com aquela cara de bêbado de fim de noite.
– Não tenho dinheiro suficiente pra pegar ela, nem fora daqui. O que acha de juntarmos nossa grana e levar pro motel aqui da frente?
Um vácuo silencioso se formou. O cara não tinha condições de processar muitas informações naquele momento.
– Aeee, beleza! To dentro – falou abrindo um sorriso e mais alto do que deveria.
Não sabia como abordá-la, tinha que ser discreto para funcionário nenhum ver. Ela foi em direção ao banheiro, me levantei e fui caminhando atrás. Quando foi encostar na porta do WC feminino eu a cutuquei. Aquela bunda gostosa, grande, virou em peitos quase na minha cara. Conseguia sentir a malicia só no jeito que me olhou. Logo soltei, sem demora:
– Não aguento mais ficar te olhando, vamos marcar fora?
– Hmmm… é $$$ – ela disse com um sorriso de safada no canto da boca.
Não demorou muito pra convencer que sairia mais vantajoso sair com nós que ir pra casa depois de uma noite parada.
– Ta bom, as 5:30. Na rua de trás tem um motel. Me esperem lá perto. Ninguém pode ver.
Na hora marcada estávamos lá, sentado em uma parada de ônibus. Lá perto das 6 horas chegou a moça, delicia. Subimos para o quarto, liguei a TV enquanto o cara fuçava no rádio, ela foi tomar banho. De repente olhei pra porta do banheiro e sai aquele mulherão, peladinha, ainda molhada, os peitos deliciosos arrepiados de frio e aquelas coxas que eu tanto desejei. Tudo isso ali na minha frente, a disposição.
Nunca fui de fazer desfeita, caminhamos em sua direção ao mesmo instante. Paramos, nos olhamos com a cara de “ta, e aí!?”. Percebendo o impasse ela se aproximou, desceu bem devagar, com um sorriso safado no rosto, apalpando abriu as calças, olhou para ambos e fui o felizardo que sentiu sua boca primeiro.
Comecei a segurar no cabelo dela, que mudava entre nós dois. Fiquei olhando as curvas que aquele rabo formava. Não resisti muito tempo e desci acariciando o corpo gostoso e úmido. Enquanto colocava a camisinha, observei um pouco a vista de quem olha atrás de uma bunda gostosa. Agarrei os peitos, ficou de quatro, tentei encaixar sem usar as mãos, ela deu uma ajudinha, adoro esse momento. As vezes virava pra trás, me olhando, dando uma gemidinha, mordendo os lábios e caindo de boca novamente.
O álcool no sangue não deixava nós gozar. Dois caras em cima daquela morena gostosa que nem dava sinal de cansaço. O olhar permanecia safado, de quem estava adorando. Chegamos ao clímax, ela estava ensandecida, assim como nós. Até aquele momento eu nunca tinha feito sexo durante tanto tempo sem parar.
Depois de alguns minutos nós dois estávamos jogados um em cada canto do quarto, sem falar uma palavra sequer. Enquanto ela tomava banho e se arrumava pra ir embora. Pegou o dinheiro em cima da mesinha, olhou pra nós e disse:
– Adorei rapazes. Vamos marcar outra, vocês sabem onde me encontrar.








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