A tia, Parte II

28 dez

A tia, Parte II

Depois de muitos pedidos, dez dias de espera, enfim a continuação da história. Aproveitem.

Antes de continuar, melhor ler a primeira parte.

A última foto é pra matar o pai, de novo.

Acordei na manhã de sábado, dor de cabeça clássica depois da cervejada. O que tinha de diferente daquela vez era o papel amassado em cima da escrivaninha.

Estiquei o braço pra pegar o papel, li mais uma vez pra ter certeza, o telefone da coroa gostosa ainda estava ali.

O dia passou como qualquer sábado entediante e não sabia o quanto tinha que esperar pra ligar, na verdade nem sabia se ia ligar. Eu era um cara jovem e ela uma mulher experiente, coroa gostosa, elegante… É, pensando bem, vou ligar.

Telefone na mão tremendo, suspiro, tecla, tecla, tecla, toca: “Alô, quem?”. Atendeu, era a mesma voz, inconfundível.

– Sou eu, lembra de mim?

– Oi querido, claro que lembro. Não achei que fosse ligar tão rápido.

– Ah, desculpe, ligo outra hora?

– Não, tudo bem. Melhor assim. O que você vai fazer hoje à noite?

Caraca! Foi inevitável suspirar, ela deve ter percebido, acho que até gostava de dominar a situação.

– Nada planejado, sempre deixo isso pra última hora.

– Também não tenho nada em mente, não quer passar aqui em casa pra continuar nossa conversa?

– Ah… É… Ahm… Claro! Vou ver se pego o carro do pai e te ligo avisando, pode ser?

Perceberam a mancada né? Geralmente não cometia mais esse tipo de gafe clássica, mas ali eu nem sabia o que tava falando.

Consegui o carro, tudo certo, liguei de novo, marquei.

Aproximando-se da hora do encontro, endereço na mão, banho tomado, ta na hora de sair. Foi nesse momento que comecei a imaginar o que iria me esperar. Não sei nem se a filha dela vai estar em casa. No caminho começou um pequeno arrependimento, mas que se contrapunha pelo decote que eu ainda não tinha esquecido. Foda-se, pensei.

Cheguei à frente do local, um prédio de classe média, normal, nada de mais. Toquei o interfone, atendeu, abriu o portão. Em cada passo que dava nas escadas conseguia sentir meu estomago ir dos meus culhões até a garganta. Tremia, nitidamente. Isso não acontecia em outros encontros, mas esse era diferente.

302, é aqui. Toquei a campainha, demorou um pouquinho. Nossa! Vestido vermelho escuro (sei lá que porra de cor era aquela), até os joelhos, sem sutiã, decotado, maquiagem leve e chinelos de pantufa (aqueles que se usa dentro de casa). Com isso presumi que não iríamos sair.

Não era rica, mas tinha um gosto requintado. O apartamento era bem decorado, pelo menos eu achei. Havia alguns quadros de fotos nas paredes. Em uma foto identifiquei a filha.

Começamos a conversar olhando TV, aquele papo de inicio de conversa. Mas não sei se estava viajando ou aquela conversa realmente era só um pretexto.

Ela tirou os chinelos e subiu as pernas dobrando-as em cima do sofá, ficou virada pra mim. Aí vi que, realmente, a conversa era só um pretexto.

Íamos pouco a pouco nos aproximando. Eu nem fazia mais idéia do papo que estávamos levando, estava hipnotizado com o decote e as coxas em cima do sofá.

De repente se inclinou para frente pegando o controle em uma mezinha na frente, fiquei olhando aquelas curvas que saiam da cintura formando um quadril largo. Não era mais um corpo de menina, mas a beleza de uma mulher madura é diferente. E sempre gostei tanto quanto.

Não resisti, minha mão mexeu com um impulso nervoso que nem sei de onde veio. Coloquei a mão entre a cintura e o quadril, bem na curva do lado oposto, sem forçar, como se tivesse abraçando. Não esboçou nenhuma reação, pegou o controle escorou-se no sofá. Fez um sorriso com o canto da boca, virou devagar, aproximou-se, senti o cheiro do batom e me tascou um beijo. Caralho, que beijo.

Fiquei aproveitando, em algum lugar do planeta, aquele beijo, perdido naquela língua macia. A minha mão que estava na cintura foi aos poucos subindo até que meu indicador tocou de leve a parte de baixo do seio. Macio, gostoso, sem sutiã.

Comecei a beijar o pescoço, sentido sua boca respirando no meu ouvido. Subi a mão, definitivamente estava cheia com o seu peito, usei a outra e alisei a coxa, sentindo, de leve. A mão dela já alisava minha barriga.

Nós não parávamos de nos beijar, molhado, gostoso. Sem um pingo de pudor.

Minha mão chegou até a parte externa da coxa, do lado da bunda, apertei. Levantou-se levemente mexendo o quadril pedindo, sem falar, pra que agarrasse a bunda. Enchi minha mão, nossa.

Parei de beijá-la. Segurei a parte interna do decote, arredei devagar expondo aquele lindo peito, grande e levemente caido. Segurei com a mão cheia e meti minha boca, apertando a bunda com a outra. Ela agarrou minha nuca e me segurou ali.

Eu tava perdido, lomba abaixo e sem freio. Mas dessa vez queria bater, o mais forte possível.

Ela ficou de joelhos, rebitando a bunda, esperando que usasse minha mão. Não fiz desfeita e enfiei em baixo da calcinha, aproveitando tudo o que eu podia aproveitar.

Ficamos um pouco naquela situação gostosa até que caiu de boca em mim. Nunca tinha recebido um boquete nem perto daquilo. Não sei o que fez, mas foi uma das melhores coisas que já senti. Depois acabei retribuindo na mesma moeda, sem pudor nenhum, de tão louco que fiquei.

Dois quilos perdidos e algumas horas depois, me acompanhando até a porta.

– Quando podemos repetir isso? – eu perguntei louco pra ouvir dizer: amanhã.

– Agora vai demorar um pouco, meu marido vai tirar férias e vamos viajar.

Definitivamente meu queixo caiu. Me despedi, desci, fechei a porta do carro, dei um sorriso e tinha noção de que minha vida tinha mudado: passei a respeitar, mais ainda, a experiência da mulher.

A tia, parte II - Old School

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13 Responses to “A tia, Parte II”

  1. WomanGirl 29. dez, 2009 at 20:39 #

    Fodástico!! Final fantástico!

  2. Seropédicana 02. jan, 2010 at 23:40 #

    Nossa que história!Me lembrou Dalton Trevisan…
    Por um acaso se chama José ou João?

  3. Hugo Bersot 06. jan, 2010 at 01:27 #

    Ganhou sua faixa marron!

  4. Lula 06. jan, 2010 at 10:14 #

    Destruiu, cara.

  5. CrazyBurn! 06. jan, 2010 at 10:26 #

    Cara demais isso =D
    Ja tive essa experiencia mas não tão fodástica assim hehe
    Parabéns =)

  6. Cyrus 09. jan, 2010 at 16:53 #

    nusssa eu quero uma experiencia assim heeheheh

  7. cbkk 11. jan, 2010 at 17:43 #

    Geeente… Babei. Bón dimais!

  8. wagner 21. jan, 2010 at 14:56 #

    Obrigado pelo retorno, cambada. Em breve vou escrever mais contos.

  9. Pondexter 23. jan, 2010 at 01:31 #

    Muito bom meu caro!
    Adoro as balzaquianas, mas devo confessar que já vi muita mulher de 40 deliciosa.
    Parabéns pelos contos e pelo site!

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  1. A tia | Old School - 28. dez, 2009

    [...] dez A segunda parte já está [...]

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  3. Old School - 28. dez, 2009

    A tia, Parte II http://bit.ly/69mq9d

  4. escravo roger{RF} - 28. dez, 2009

    Mulher madura no comando é o que há! RT @OldSchoolBlog: A tia, Parte II http://bit.ly/69mq9d

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